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Power Rankings: Ninguém acima dos 70%

A 3ª edição dos Power Rankings revela a competitividade incrível do ChampNBA onde nenhuma equipa consegue chegar a um registo com 70% de vitórias. E, mesmo se olharmos para o outro lado - o negativo - não vemos nenhuma formação com menos de 30% onde só os Hawks estão em risco de baixar dessa fasquia. Os líderes ganharam consistência e a luta pelos playoffs nunca esteve tão ao rubro. Será que há novo líder? Sim. Será que há desilusões? Podem ter a certeza que sim.



1 (+2)



Depois de chegarem ao top3, eis que a liderança chegou para a equipa de Renato Mendes. Na última semana até ultrapassaram, com sucesso, uma prova de fogo após mais uma lesão de Joel Embiid. Ainda que, para muitos, não sejam os principais candidatos em playoff, Jalen Williams e Fred Vanvleet, juntamente com uma táctica vitoriosa, têm sido suficientes para ganhar.

2 (-1)



Perderam um lugar nestes Power Rankings, mas não perderam (ainda) o estatuto de serem os principais candidatos, do lado Oeste, a estarem presentes na final do campeonato. Nicolas Lima tem sido testemunha, na primeira fila, de um Luka Doncic endiabrado. Ao esloveno, juntou-se Jimmy Butler para um combo ataque-defesa que não existe em mais nenhuma equipa da liga.

3 (-1)



Desceram lugares, mas conquistaram o topo da conferência Este por mérito próprio e depois de algumas semanas mais instáveis dos rivais, nomeadamente dos Knicks. Pedro Lança continua a ser fustigado por algumas lesões no seu roster o que não tem permitido uma regularidade suficiente para voos ainda maiores. Agora, uma coisa é certa: ninguém os exclui da luta pelo anel.

4 (=)



Depois de algum cepticismo inicial, os Sixers conquistaram uma regularidade (2-1) capaz de os colocar no topo da liga, junto a outras equipas que são mais consensuais como candidatas ao título. Durant e companhia têm jogado quase sempre bem (2-1) e estão a fazer o suficiente (2-1) para deixar Pedro Pardal satisfeito (2-1). O desafio vai ser manter o 2º lugar da conferência para ter em atenção o matchup na primeira ronda dos playoffs.

5 (=)



Depois da chegada de Jaren Jackson, todos ficaram convencidos que os Knicks iam subir e consolidar-se como os grandes candidatos. Num primeiro momento, foi isso que aconteceu. New York liderou a conferência e a liga durante algumas semanas, mas às vezes tudo tem de mudar para ficar tudo na mesma: 3º lugar na Este e 5º lugar nestes PR. O que falta a Guilherme Silva?

6 (+2)




Ironicamente, se no comentário aos Knicks falámos em mudanças, aqui, em Boston, o truque parece mesmo ser não mudar, ficar imóvel, ficar quieto e ir alterando algumas rotações de forma minimalista - mas pensada. Filipe (ou Jorge, ou rei da música country) Ferreira estuda o jogo como poucos e sabe como extrair o melhor dos seus jogadores. O resultado é uma época estável e do lado dos melhores.

7 (+2)



Agora mais próximos do seu verdadeiro potencial, a formação de Pedro Miró Rodrigues tem somado e seguido nas últimas semanas. Recuperaram terreno, corrigiram (mais ou menos) o problema da linha de 3 pontos e já alcançaram um registo positivo na ordem dos 60% de aproveitamento. Nos playoffs, o potencial da equipa é imenso, vamos ver até onde conseguem chegar Davis, Holiday e companhia.

8 (-1)



Se os Power Rankings tivessem sido feitos há alguns dias, os Suns estariam mais acima, mas a verdade é que João Leitão está a perder gás e o acompanhamento da equipa não está a cair tão bem. É certo que podemos contar com Giannis e Sabonis ao melhor nível, mas parece faltar algo mais. A falta de opções no backcourt já se faz sentir em jogos mais duros.

9 (-3)



A música já não toca como antes, agora é mais corrida de cavalos e uma aposta que - até ver - ainda não deu os dividendos que eram esperados. Francisco Henriques tem uma excelente equipa, mas abdicou de profundidade para tentar ganhar mais cedo. O problema - parece - é a falta de opções. Estes Magic já não têm nada a ver - para o bem e para o mal - com os Magic do início.

10 (+4)



Shairam daqui todos críticos! Os Lakers são (com 8-2) uma das equipas em melhor forma em todo o ChampNBA. Mauro Rodrigues foi resiliente e não descansou enquanto não conseguiu uma estrela à sua imagem. Shai e Siakam têm dado muitas dores de cabeça aos adversários e à medida que se aproxima a fase a eliminar, ninguém quer apanhar a equipa de LA na 1ª ronda.

 11 (+7)


Dar mérito a quem o merece é reconhecer que Hugo Rebelo tem aprendido com os erros, tem adaptado as tácticas e as rotações e tem sido uma bela surpresa ao conseguir manter os Rockets à tona dos 50% de vitórias. Mesmo agora, que a pressão pelos playoffs está uma verdadeira loucura no lado Oeste, a equipa texana continua a responder muito bem.

 12 (-1)



Quem não acompanha a liga e for ver o registo dos Raptors pode pensar à primeira vista que está a ser uma temporada regular. Nada mais longe da verdade. Os Toronto de Marco Aurélio descem, sobem, parecem perdidos e rapidamente se encontram. Uma roda viva de instabilidade e qualidade ao mesmo tempo. Vamos ver até onde conseguem chegar.

 13 (+10)



Aqui está a grande subida destes rankings. Ricardo Ferreira não podia estar mais satisfeito depois de chegar a pensar que a época seria uma autência desilusão. Milwaukee sempre teve talento nas suas fileiras, mas nem sempre teve engenho para os colocar a jogar ao nível do seu potencial. Agora, Tatum e companhia olham para o apuramento direto aos playoffs e nenhuma equipa os deseja apanhar logo numa primeira ronda.

 14 (+2)



O dinheiro e a veterania reinava em Miami, mas a equipa está a mudar a face. Sérgio Marques não gostou de ver a falta de resultados e até Lebron James parece estar na porta de saída, assim exista uma proposta que agrade. Não sabemos bem para onde caminha Miami, mas está à vista de todos que os playoffs não só são possíveis, como até são prováveis. Neste momento o playin é a realidade.

 15 (+6)



Rui Louro não anda contente, mas a verdade é que, estando no playin, não vemos um tecto muito mais alto do que isso para Detroit. O roster tem uma mistura interessante de veterania e juventude, mas falta poder de fogo e um marcador de pontos nato. As últimas semanas foram duras, com muitas derrotas que trazem um desafio maior nestes dias que restam até aos playoffs.

 16 (+9)



´É um grande salto deste a última edição destes PR, mas não é uma equipa que esteja propriamente a jogar um basquetebol apaixonante. Francisco Carvalho tem conseguido fazer alguma gestão de danos e alguns movimentos interessantes no mercado, mas não tem tido - ainda - o toque de midas para atingir o próximo nível.

 17 (=)



Sim, é verdade: se estivessemos só a ter em atenção os registos atuais, os Wizards estariam em melhor posição. Mas a verdade é que as recentes - e surpreendentes - opções de Pedro Gaifem deixam antever que esta temporada já era para os Washington. Dar 1 passo atrás para, no futuro, dar dois à frente será a ideia, mas os adeptos estão confusos com a mudança de rumo.

 18 (-8)



´É justo dizer e Filipe Alves provavelmente concordará: os Denver são uma das principais desilusões desta época. Harden e Curry nunca conseguiram conciliar os seus talentos dentro de campo e Evan Mobley no jogo interior - apesar das boas exibições - é curto para fazer face à concorrência. Neste momento as tropas estão desanimadas, mas há talento para trabalhar.

 19 (+8)



Que lufada de ar fresco foi a chegada de André Lucas a San Antonio! O novo GM colocou a equipa a jogar, transformou as prestações de Derrick White, colocou Jaylen Brown a fazer uma época de MVP e, mais importante, o coletivo beneficiou de todas as alterações tácticas que foram feitas. Claro que faltam ingredientes para mais, mas neste momento os Spurs colocam-se como possíveis apurados para os playoffs.

 20 (=)



Edwards bem tenta, João Santos vai mexendo timidamente nas suas rotações e tácticas, mas os Wolves não conseguem sair da pasmaceira em que se encontram. É suficiente para estarem na luta pelo playin, mas a concorrência que vem de novos GM's coloca em causa o estatuto dos lobos. Ainda falta muito, mas os adeptos temem que a equipa morra na praia.

 21 (+1)



A subida de um lugar nesta tabela é pouco significativa e é condizente com a pouca regularidade que a "outra equipa de LA" tem vindo a mostrar ao longo da época. Pouco samba, poucas alterações e pouca convicção têm levado a que nem Banchero e nem Paul George sejam suficientes para contrariar a tendência.

 22 (-7)



Já não há Sabonis, já não há muitas vitórias e já (qause) não há esperança. Os Nets não estão a ser muito feLIZARDOs e parece que o playin, apesar de possível, está a ficar mais longe. A esperança mais recente é a "desistência" dos Wizards, o que os pode levar a tentar ainda um acesso ao playoff. Mas as casas de apostas não estão do seu lado.

 23 (-4)



Esta descida é falaciosa, porque os Jazz estão a subir - e muito - desde a entrada do GM Adriano Catarino. A comunidade do ChampNBA tem sido unânime a aplaudir o trabalho do novo GM que já tem uma história antiga na nossa liga. Brunson está num bom momento e o coletivo, agora com um misto de ataque e defesa, ainda acredita que é possível uma "gracinha".

 24 (+6)



O último lugar já não lhes pertence. A motivação, qualidade e competência de Pedro Goms transformou os Thunder numa equipa forte, ainda que com fragilidades, e que pode estar presente nos playoffs esta época. A caminhada é dificil porque o défice era enorme, mas a verdade é que os fãs estão confiantes. Pelo menos, agora, estão em boas mãos para o futuro.

 25 (-12)



Muito mudou em Cleveland desde os últimos rankings. Mudou o líder da equipa dentro de campo - Morant - e mudou o líder da equipa fora do campo - Artur Miller. A instabilidade da mudança não ajudou a equipa do Ohio que é capaz de precisar de uma boa offseason com o seu novo GM para conseguirem encontrarem-se e definir um projeto estrutural.

 26 (-14)



Mário Pelicano já não mora aqui. O choque dos cascudos deixou os fãs deprimidos, sem saber o que esperar, sem saber com o que contar. Depois de Filipe Pardal ser anunciado como novo GM, o novo plano passou por planear a próxima época. O Cap já está garantido, alguns jovens jogadores também. Agora resta esperar e ter paciência. Esta época já não tem história.

 27 (-3)



Não há muita história para contar... depois de uma pre-season que prometeu tanto, uma época regular que cumpriu tão pouco. A única boa notícia é que Tiago Moreira é um GM capaz de levantar a cabeça e ir à procura de melhores ventos.

28 (-2)



Aqui houve regularidade durante toda a temporada. Sim, não acordaram e nem Lillard teve tempo de conseguir fazer melhor e levar às costas um roster que nem tem falta de qualidade, mas precisa de uns pequenos ajustes que não foram capazes de conseguir concretizar. Para o ano há mais!

 29 (-1)



A teia está montada e temos a certeza que a próxima época será muito melhor para New Orleans. Os adeptos têm confiança em Colucci e o plano parece estar a ser traçado. Há muita curiosidade para perceber do que serão capazes no futuro.

 30 (-1)



Nos últimos tempos, começamos a perceber as ideias de David Moura e, se é certo que os Hawks são a pior equipa do ano, também parece vir a ser verdade que na próxima época podem vir a ter outro tipo de argumentos. É bom ver que nem o último classificado está num fosso irrecuperável.


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